Banner DBR
Página inicial Jornada

LENDAS 2

@RAFAEL_010 - 28 de Outubro

Twitter

Banner da notícia

Parte 2 - O Oficial Solitário!

Olá, pessoal! Neste Halloween, nós da Coluna Jornada do Diário Brasileiro juntamos histórias de terror reais ocorridas no QG, e hoje vou contar uma delas.
A pessoa que irei entrevistar decidiu não se apresentar, mas com sua história vocês vão se arrepiar! Hahahaha!


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: Estou aqui com um oficial das Forças Armadas que concordou em compartilhar conosco uma experiência que desafia a lógica. Por razões óbvias de protocolo e para proteger sua identidade, ele solicitou anonimato total. Não revelaremos seu nome, patente nem a localização do Quartel-General.

Obrigado por sua disposição em falar conosco. O senhor me relatou um evento que aconteceu dentro do QG, algo que o marcou profundamente. Pode nos contar como tudo começou?


Militar: Boa noite. Sim. Preciso deixar claro que sou um homem cético. Minha vida é pautada pela disciplina, pelos fatos. O que eu presenciei... ainda tento encontrar uma explicação lógica.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: O senhor decidiu permanecer no prédio após o encerramento das atividades. Qual foi o motivo?

Militar: Curiosidade. Simplesmente curiosidade. No hall central do nosso edifício existem símbolos muito antigos, insígnias pintadas diretamente nas paredes. Para todos nós, aquilo sempre foi só pintura velha, herança do passado. Mas, naquele dia específico, algo nelas me chamou, e eu decidi observá-las de perto, sem o movimento de sempre.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: E o senhor estava, de fato, sozinho?

Militar: Completamente. O QG estava fechado, trancado. A noite estava serena, um silêncio absoluto. Eu estava lá, parado no meio daquele hall enorme, analisando os detalhes daquelas pinturas.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: E foi nesse momento que as coisas começaram a ficar estranhas?

Militar: Foi. A primeira coisa foi física. Senti um arrepio — mas não era de frio, a temperatura estava agradável. Foi um arrepio singular, que veio do nada e subiu pela minha coluna. O próprio ar no local pareceu ficar... diferente.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: O senhor ouviu alguma coisa?

Militar: Ouvi. (Ele faz uma pausa, claramente desconfortável.) Ouvi pisadas. O problema é que o som ecoava pelo hall, dando a impressão de vir de todos os lados ao mesmo tempo. Eram passos cadenciados, pesados. E eu tinha certeza absoluta de que não havia mais ninguém no edifício.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: O senhor tentou verificar a origem do som?

Militar: Eu nem tive tempo. Foi tudo muito rápido. Quando me virei de volta para as pinturas... foi aí que aconteceu. Eu estava focado nas insígnias que fora averiguar, e elas... (ele hesita) começaram a emitir um brilho.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: Um brilho? Como um reflexo de alguma luz externa?

Militar: Não. De forma alguma. A luz vinha delas. Era um brilho fraco, tênue, quase espectral. Não era forte o suficiente para iluminar o salão, mas era inconfundível. A luz parecia irradiar da própria tinta velha. A sensação que tive — e sei o quão absurdo isso soa — era como se aqueles símbolos estivessem “acordando” de um sono muito profundo.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: E o que aconteceu em seguida? O que o senhor fez?

Militar: (Ele desvia o olhar.) Olhe, eu sou treinado para reagir ao tangível, ao lógico. Aquilo... aquilo não está em nenhum manual. Eu não fiquei para descobrir o que viria depois. Saí do hall imediatamente. Eu não consigo explicar o que vi, mas eu sei o que vi. Aqueles símbolos não são só decoração. Há algo mais naquele lugar.


Segundo-Tenente @RAFAEL_010: Bem, agradeço por emprestar um pouco do seu tempo para nos contar esse relato. Boa sorte com esses problemas aí, haha.

Bem, pessoal, esse foi o fim dessa história. Gostou? Quer mais?
Esperem a próxima história... e cuidado com os cantos escuros! Hahaha!

 

MUAHAHAHAHA!

Militar Anônimo

Efetue o login ou cadastre-se para poder comentar.
-->